De acordo com Haddad, metade deste valor não foi paga em 2022 e a outra metade não estava prevista no Orçamento de 2023.
"Não é fácil explicar para as pessoas que você tem que pagar quase R$ 100 bilhões de um calote dado por um governo anterior. É uma coisa complexa. A gente está com uma agência de risco aqui conversando, sobre o rating da Moody's e a gente tem que explicar para eles o que aconteceu aqui em 2022", disse Haddad.
De acordo com o ministro, tudo isso está sendo enfrentado para normalizar as contas do País.
Para ele, o governo tem que prestar contas, "mas perto da bagunça que estava, houve uma grande evolução".

