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Ibovespa passa a cair 0,48% com “plano B” para revisão da meta fiscal

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RIO E SÃO PAULO - O Ibovespa, principal indicador de ações da B3 (ex-BM&FBovespa), foi para o terreno negativo após a . A queda é de 0,48%, aos 70.540 pontos. Já o dólar comercial recua 0,47% ante o real, cotado a R$ 3,147.

A oposição, durante a votação que foi até a madrugada, fez uso de uma série de requerimentos para atrasar a votação. Já parte dos deputados da situação não estavam presentes para dar continuidade à sessão e aprovação da revisão das metas. Agora, o governo terá que adotar um “Plano B”. Em meio a esse cenário, algumas ações perderam força.

As ações preferenciais (PNs, sem direito a voto) operam em alta de 0,66%, cotadas a R$ 13,54, e as ordinárias têm valorização de 1,08%, a R$ 14,03, acompanhando parcialmente a valorização do petróleo no mercado internacional - o do tipo Brent sobe 2,38%, a US$ 52,07. Os papéis da Vale também operam em alta, com os PNs subindo 0,47% e os ONs, 0,61%.

No entanto, quem puxa para baixo o desempenho do índice é o setor bancário, o de maior peso na composição do Ibovespa. As preferenciais do Itaú Unibanco e do Bradesco, caem, respectivamente, 0,98% e 1,31%. No caso do Banco do Brasil, o recuo é de 1,31%.

Os maiores recuos são registrados nos papéis da Eletrobras. As preferenciais caem 3,16% e nos ordinárias a desvalorização é de 2,91%.

O dólar, no exterior, opera estável. No Brasil, apesar da queda, o superintendente da Correparti Corretora de Câmbio, Ricardo Gomes da Silva Filho, lembra que a não aprovação da meta fiscal, apesar do “plano B” do governo, pode colocar pressão nos ativos do Brasil. “Apesar destas “alternativas” é inegável que a situação orçamentária do país se complica e isso obviamente deve ser precificado pelos principais ativos”, avaliou, em relatório a clientes.

Os investidores repercutem ainda os dados sobre o emprego que, apesar de ainda em patamar elevado, mostra uma recuperação.

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