Em relação ao estudo conduzido no quarto trimestre do ano passado, as expectativas foram revisadas para cima em 1,1 ponto porcentual para 2022 e em 0,1 ponto porcentual para 2023. As expectativas para 2024 não haviam sido pesquisadas na rodada anterior.
"Os entrevistados atribuíram as revisões em alta principalmente a novos aumentos nos preços de energia e ao impacto contínuo dos desequilíbrios entre oferta e demanda. Ao mesmo tempo, eles continuam esperando que a inflação caia - para 1,8% em dezembro de 2022", diz a pesquisa.
De acordo com o levantamento, os entrevistados também esperam que o surgimento da variante Ômicron do coronavírus tenha resultado em um crescimento econômico temporariamente mais lento no quarto trimestre de 2021 e que essa tendência continue no primeiro trimestre de 2022, mas uma recuperação no segundo e terceiro trimestres deste ano.
