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Previdência em São Paulo terá regra de transição mais dura

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Servidores do estado de São Paulo que não atingirem o direito à aposentadoria um dia antes da reforma da Previdência terão que cumprir regra mais dura na transição propostas na PEC (proposta de emenda à Constituição).

A votação em segundo turno das novas regras está prevista para a próxima terça-feira (3).

A exigência é na regra de transição com pontuação mínima. O servidor terá de cumprir três exigências: idade mínima de 56 anos (mulheres) e 61 anos (homens), tempo de contribuição de 30 anos (mulheres) e 35 anos (homem) e somar, na idade e nas contribuições, 87 ou 97 pontos, respectivamente.

Na proposta inicial do governo, a previsão era a soma de 86 pontos (mulheres) ou 96 pontos (homens).

Como o projeto previa que, a partir de 1º de janeiro de 2020, haveria aumento de um ponto, assim que a reforma começar a valer, ela já estará um pouco mais dura. Isso significa que o servidor terá de adiar a aposentadoria por ao menos seis meses.

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