A agência de risco diz que poderá cortar os ratings se o governo chinês continuar oferecendo fortes estímulos fiscais nos próximos três a cinco anos.
Os ratings também poderão ser rebaixados se "passivos contingentes que se cristalizarem nos balanços patrimoniais dos governos locais ultrapassarem significativamente" as expectativas da S&P, "impulsionando a dívida líquida do governo geral para e além de 80% do PIB".
Por outro lado, a S&P diz que pode elevar os ratings da China se a consolidação fiscal ocorrer em ritmo mais rápido do que o esperado.
