Apesar de o pilar do ensino online ser muito importante, Eduardo Parente, presidente da Yduqs, acredita que a pandemia veio para confirmar a necessidade do ensino presencial. "Cerca de 85% dos alunos do EAD preferiam estar no presencial, mas fazem o EAD por falta de dinheiro, acesso ou tempo", diz.
Com a compra da rival Laureate, a Ânima também cresceu na educação online, ganhando 61 mil estudantes na modalidade. A companhia, porém, prefere não entrar na briga do presencial versus a distância. "Muitos não entenderam o nosso movimento, mas queríamos sair da dicotomia de que o EAD tinha baixo tíquete e qualidade inferior para um modelo híbrido, em que o estudante iria escolher o quanto e como ele usaria", diz Marcelo Bueno, presidente da Anima.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
