Os atos de violência e vandalismo praticados em Buenos Aires nesse sábado, que resultaram no adiamento do duelo entre River Plate e Boca Juniors pela decisão da Libertadores, foram condenados pelo presidente da Conmebol, entidade organizadora da competição, Alejandro Domínguez.
Em sua conta no Twitter, Domínguez condenou o que chamou de “um dia triste para o futebol sul-americano”, e enviou um recado aos afetados no episódio, afirmando que se solidariza com eles e suas famílias. Além disso, o dirigente condenou com vigor os responsáveis pelo ocorrido e convocou as autoridades a “tomar medidas” para identificá-los e fazer “recair sobre eles todo o peso da lei e rejeição da sociedade” colocando a Conmenbol à disposição ao oferecer "toda sua colaboração para identificar, capturar e julgar os responsáveis".
Domínguez ainda fez um pedido às forças de segurança pública da Argentina para que reforcem seus protocolos com o objetivo de “garantir a ordem pública e segurança”. O digirente convocou todos os torcedores para que vivam um jogo limpo e uma final em paz e pediu aos fãs que utilizem a hashtag # SudamericaQuiereFútbolEnPaz em português #AméricaDoSulQuerFutebolEmPaz.
A final da Conmebol Libertadores foi adiada para este domingo, às 18h (horário de Brasília).
VIOLÊNCIA E VANDALISMO
Momentos antes do horário previsto para o início da final, nos arredores do Monumental de Núñez, torcedores do River Plate armaram uma emboscada e apedrejaram o ônibus que levava os jogadores do Boca Juniors. O apedrejamento do ônibus do Boca deixou alguns jogadores feridos.

