"Eles, nesse momento, têm jogadores com qualidade para trabalhar mais a bola, atacar, fazer mais gols do que antigamente. Eles jogam dessa forma, o treinador colocou essa situação e dá para jogar assim porque está sendo ótimo para a Itália. Nós, no Brasil, precisamos nos preocupar em trabalhar a equipe taticamente para jogar o futebol com a qualidade que sempre jogamos. Mas temos que ser obedientes à parte tática, o que muitas vezes não somos e não fomos", comentou.
Se a parte ofensiva da Itália preocupa, um nome em especial tira o sono do treinador brasileiro e dos defensores da seleção: Mario Balotelli. O jogador do Milan é a principal peça do ataque italiano e vem embalado pelos gols marcados na vitória sobre o México (2 a 1) e o Japão (4 a 3). Felipão, não escondeu a admiração pelo atacante e revelou o que faria para tentar pará-lo.
"Ia bater nele um pouco", brincou, antes de elogiar Balotelli. "Ele é gente boa demais. Se tivessem a oportunidade de conviver cinco minutos com ele, saberiam. É um cara alegre, expansivo. Queria muito ter aqui comigo. Tem qualidade técnica, força, sai muito pelo lado direito. É irreverente e tem muita qualidade" declarou.
Com seis pontos, Brasil e Itália já estão classificados para as semifinais e a partida deste sábado definirá somente quem passará em primeiro e segundo. Com vantagem no saldo de gols, o time brasileiro se classificará na liderança mesmo com um empate, mas Felipão não quer seus jogadores entrando em campo com esse pensamento. "A gente vai jogar para ganhar, podemos usar a segunda hipótese, a do empate, no decorrer do jogo. Mas não podemos iniciar o jogo pensando apenas no empate."



Aviso