As negociações avançam e as partes buscam um meio-termo entre a pedida salarial de Mano e o que o clube pretende pagar. Com novas receitas de patrocínio, os dirigentes flamenguistas podem aliviar um pouco o cinto, mas prometem não fugir da rigidez orçamentária.
"Os princípios que nos regem são rigorosamente os mesmos. Não vamos fazer loucura", disse Luiz Eduardo Baptista, vice de marketing, que participa da negociação. Para encontrar um ponto comum com Mano, os rubro-negros ofereceram um salário base menor (o treinador pede R$ 700 mil mensais), mas com atraentes bonificações em caso de metas alcançadas.
Os jogadores estão de folga até a terça-feira, quando se reapresentam para iniciar a intertemporada antes da retomada do Brasileiro. A expectativa é que Mano já tenha acertado até lá.
