Para o jornal britânico The Guardian, esta segunda-feira, 29, foi o dia em que "o papa alcançou o público gay". O jornal americano New York Times, por sua vez, classificou o pronunciamento "como uma aproximação conciliatória de tirar o fôlego para questões cruciais que dividem os católicos". O periódico também qualificou a conferência como "sem precedentes".
O italiano Corriere Della Sera afirmou que a fala de Francisco foi "uma lição de liberdade que terminou com um aplauso geral de setenta jornalistas de todo o mundo." O Clarín, de Buenos Aires, cidade natal de Jorge Mario Bergoglio, considerou que o papa "abordou quase todas as questões espinhosas que afetam a Igreja". Na visão do jornal espanhol El País, "sem se esquivar dos assuntos mais agudos".
O periódico francês Le Monde, interpretou o comportamento transparente de Francisco "como uma tentativa de dar um outro rosto à Igreja Católica, se diferenciando de seu antecessor conservador, Bento XVI."
