Palmeiras e Novorizontino se enfrentam nesta quarta-feira (4), às 20h (horário de Brasília), na Arena Crefisa, em Barueri, no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista. É a sétima final consecutiva do Verdão e a primeira do Tigre de Novo Horizonte na era moderna do clube, iniciada em 2010. As duas equipes conquistaram as melhores campanhas da primeira fase e prometem uma decisão equilibrada.
O técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, destacou que a preparação vai além do resultado. “Dá muito trabalho para chegar à final, mas não vivo atrás de resultados. Procuro dar o meu melhor para tirar o máximo de rendimento dos meus jogadores. Não consigo dizer se vamos ganhar sempre. Foco no que controlo”, afirmou o português, ressaltando que “as borboletas no estômago são as mesmas e a vontade de ganhar também”. Abel também elogiou o adversário: “É uma equipe muito bem treinada e competitiva. Não chegou à final por acaso. Estamos mais do que avisados”.
Para o Novorizontino, a final representa a melhor campanha da nova era do clube, iniciada em 2010. O técnico Enderson Moreira falou sobre a trajetória do time até a decisão: “Estamos fazendo um campeonato muito digno, e isso não é por acaso. Muitas vezes falam sobre a vantagem de decidir em casa, mas isso foi conquistado com a melhor campanha. Aqui também tem trabalho, estudo, dedicação e organização para competir contra gigantes”. O meia Rômulo, emprestado pelo Palmeiras, não poderá jogar a primeira partida, já que a multa para liberação não foi aceita pelo clube alviverde.
O histórico de confrontos favorece o Palmeiras, que venceu todos os cinco duelos em mata-mata contra o Novorizontino desde 2010, incluindo goleadas expressivas. Além disso, o Verdão está invicto há 10 jogos na Arena Crefisa, com nove vitórias e um empate, mantendo também uma sequência de 22 partidas sem derrota como mandante, incluindo o Allianz Parque. A segunda partida da final será no domingo (8), às 20h30, em Novo Horizonte, com mando do Tigre.

