Marquezine chegou acompanhada por um dos anfitriões do camarote, Francisco Gil, filho de Preta e neto de Gilberto Gil, além de outros amigos. A global percorreu um trajeto de pouco mais de 200 metros, mas que, no compasso lento do trio elétrico, em meio à multidão, parecia uma eternidade.
Adicione a esse cenário um público fiel que tem a Baiana quase como uma religião, que mistura rap, rock, música eletrônica com ritmos baianos como pagode, arrocha, axé e afoxé, por exemplo. Na frente, dos lados ou atrás do Navio Pirata, o ar quase faltava, espaço para colocar o pé também. Mas Marquezine encarou, pois, apesar do aperto, o clima é de irmandade. "É só amor", evoca Russo Passapusso.
Abordada pela reportagem, Marquezine se esquivou de dar entrevista. "Agora? Tá de brincadeira", disse. Por outro lado, foi simpática com fãs que a abordavam em busca de uma foto. Registrou momentos. Arriscou uns passou de samba. E, no fim do trajeto dela, saiu pela tangente com os acompanhantes e seguranças.
