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Advogado de Letícia Almeida revela detalhes de denúncia de estupro contra Jonathan Couto

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Advogado de Letícia Almeida revela detalhes de denúncia de estupro contra Jonathan Couto
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O advogado de Letícia Almeida, Francisco Ortigão, contou detalhes da denúncia por estupro e violência doméstica que a atriz está fazendo contra o cantor Jonathan Couto, pai de sua filha e seu ex-concunhado, em conversa com o jornal Extra desta sexta-feira (28).

Conforme Ortigão, a notícia-crime foi registrada Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), do Centro do Rio e o cantor deve ser intimado a depor em breve.

“Com o aumento da contestação ao machismo e dos mecanismos de proteção às mulheres vítimas de violência, muitas delas decidem revelar situações de violência de gênero ocorridas no passado, o chamado 'relato tardio', que pode acontecer por diversos motivos, sendo o preconceito, a vergonha, a coação e a ameaça de retaliação os mais frequentes", diz Francisco Ortigão, advogado de Letícia Almeida.

No relato de Letícia, a atriz acusa Jonathan de tê-la estuprado na mansão dos sogros (que são pastores), onde todos moravam juntos: Sarah Pôncio, o marido Jonathan Costa, além do irmão Saulo Pôncio e de Letícia Almeida, na época namorados.

Letícia afirma que em um dia, ficou sozinha com Jonathan e ele a teria embriagado até o estado letárgico, sem capacidade para entender o que aconteceria depois. A jovem afirma ainda que Jonathan aproveitou da sua vulnerabilidade momentânea para estuprá-la. Letícia afirma que só se deu conta de que Jonathan havia praticado violência sexual dois dias depois, quando ele teria a oferecido uma pílula do dia seguinte.

A atriz diz que após o nascimento da filha, ela foi vítima de agressões verbais e físicas pela família de pastores. "Letícia foi ameaçada, por diversas vezes, pela família Poncio, em especial pelo seu patriarca, o pastor Marcio Matos, ao afirmar que tomaria sua filha na Justiça, já que a mãe não possuía condições de contratar um bom advogado. Abalada emocional e psicologicamente, Letícia obedeceu e seguiu vivendo na mesma casa, até que conseguiu se libertar. O que vamos fazer agora é buscar a reparação legal para as violências sofridas por Letícia”, explicou o advogado ao Extra.

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