A primeira vilã de Bruna Marquezine, Catarina, na próxima novela das 19h da Globo, "Deus Salve o Rei", está causando curiosidade, semanas antes da estreia.
A personagem promete e deve ser "safadinha", além de ser também cruel. Mesmo prometida para um marquês, a princesa terá um amante José Fidalgo, com quem ela viverá cenas fogosas de paixão.
Com os traços de Catarina, Marquezine percebeu como ser vilã é mais difícil, e agora entende o que representa quando ouvia atores falando que queriam fazer um grande vilão: "Da parte da preparação para a prática, muita coisa mudou. Ela de fato é bem má. Fazer uma mulher cruel é muito interessante e desafiador, a cada dia descubro uma coisa nova. Nunca imaginei como é difícil se permitir sentir tanto ódio, raiva e desprezo, deixar suas emoções chegarem nesse lugar. É cansativo", diz.
A novela medieval se passará nos reinos de Artena e Montemor. Catarina será filha do rei de Artena, Augusto (Marco Nanini), e está prometida para o marquês de Codorna, Istvan (Vinícius Calderoni), mas se apaixonará por Constantino (José Fidalgo), duque de Vicenza. A trama terá humor, mas no caso da personagem as situações é que farão o público rir.

Fria e calculista, Catarina é extremamente ambiciosa e dissimulada, uma mulher sedutora e capaz de manipular facilmente todos ao seu redor. "Ela não quer se casar. O que tem de interessante no relacionamento dela com o Constantino é que não é uma paixão óbvia. Eles compartilham os mesmos desejos e objetivos. E se unem não só porque querem caminhar para o mesmo lugar. É um relacionamento construído na insegurança. É um casal que se gosta, mas tem ao mesmo tempo muita desconfiança um do outro. Ela se entrega a esse homem, mas a qualquer momento pode trair ou mandar matá-lo. E ela sabe que ele tem o mesmo posicionamento em relação a ela", revela.
Com muita química em cena, a atriz de 22 anos não poupa elogios ao ator português que dá vida ao seu par romântico: "Poucas vezes cruzei com atores tão sinceros, ele é excelente e falei para ele que acho que não vão deixá-lo voltar para Portugal."












