De Gucht argumentou que a BMW e a Daimler irão se beneficiar da supressão de tarifas alfandegárias, mas mais ainda da planejada uniformização de regulamentos, normas e procedimentos de autorização. Atualmente, vários procedimentos têm de ser realizados duas vezes, como os testes de colisão, que aumentam os custos.
Além da indústria automotiva, outros setores como o químico e farmacêutico, de maquinário, energia e transporte também poderiam se beneficiar do acordo, apontou De Gucht. Fonte: Dow Jones Newswires.
