O enfermeiro Niels Högel foi condenado pelo tribunal de Oldenburg, na Alemanha, à prisão perpétua pela morte de 85 pacientes com injeções letais letais nos hospital que trabalhou entre 2000 e 2005.
Niels mentia ao dizer que tinha dificuldades para reanimar os pacientes. Ele havia sido acusado de 100 casos, porém confirmou apenas 45 e negou o restante. O enfermeiro foi absolvido de 15 acusações.
As vítimas, tinham idades entre 34 e 96 anos, e eram escolhidas aleatoriamente por Högel.
