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Advogada desiste de viver contrata rapaz para tirar sua própria vida

Foram condenados na última quarta-feira 19 de março, em Penápolis (SP), os dois acusados de terem participado do assassinato da advogada Giovana Mathias Manzano, em 2011. Segundo investigações da polícia, Carlos Henrique da Silva Gobes, de 20 anos, e Wellington de Oliveira Macedo, de 23, receberam R$ 2 mil da própria vítima para cometer o crime. 

Wellington confessou ter atirado na advogada e foi condenado a 20 anos de reclusão por homicídio. Carlos foi absolvido do crime de homicídio e condenado a quatro anos de reclusão por incêndio criminoso. Segundo a denúncia, foi ele quem colocou fogo no carro da vítima e no canavial. Ele poderá recorrer em liberdade.

O CRIME E A INVESTIGAÇÃO POLICIAL

Testemunhas ouvidas pelo delegado disseram que dois dias antes de morrer a vítima teria sido apresentada a Wellington, que no começo do ano ficou preso por tráfico de drogas e associação ao tráfico.

Na manhã do crime, a advogada se encontrou em um motel nas proximidades do local do crime com seus assassinos, onde passarem cerca de uma ora, e de acordo com a polícia foi ali que foram acertados os últimos detalhes do crime e o valor do pagamento.

Provas colhidas pela polícia confirmaram que depois de acertados os detalhes do crime e o valor a ser pago, Giovana passou em uma agência bancaria onde sacou R$ 5 mil, já Wellignton foi ao encontro do segundo envolvido no assassinato, Carlos Henrique da Silva Gobes, onde aguardaram no local do crime a chegada da vítima.

A advogada, de 38 anos, foi morta com três tiros na nuca. O corpo estava ao lado do carro dela, que foi incendiado, em um canavial perto da estrada rural que liga Penápolis a Brejo Alegre.

A suspeita de que Giovana encomendou a própria morte partiu de uma carta deixada no local do homicídio, em que ela se despedia dos familiares.

De acordo com a Polícia Civil, a advogada sofria de depressão desde a separação do marido, em fevereiro daquele ano.

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