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Justiça teme que pais que espancaram bebê sejam mortos na cadeia

Decisão foi tomada para garantia da ordem pública, de acordo com o magistrado

 

MANAUS -  O juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, Anésio Rocha Pinheiro, decretou na última sexta-feira (12/9) a prisão preventiva de Diego Emmanuel Pereira de Oliveira e Sara Castro Lopes, acusados de matar o filho de dois anos de idade.

Conforme divulgação pela imprensa, a criança morreu na quinta-feira (11/9), após ficar internada por nove dias no Hospital da Criança, na Zona Oeste de Manaus. Ainda na quinta-feira, de acordo com o delegado Paulo Martins, os pais foram interrogados na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestro (DEHS) e confessaram a agressão física à criança.

O magistrado aceitou o pedido feito pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestro (DEHS) e ordenou a prisão dos acusados, determinando ainda que eles fiquem isolados na unidade prisional para onde forem levados, por “se tratar de crime grave e com bastante repercussão social, evitando assim qualquer medida que possa prejudicar a integridade física dos representados”.

Na decisão interlocutória o juiz afirma que é necessária a “aplicação da custódia cautelar em face dos representados, visto a presença de indícios de autoria e materialidade delitiva, bem como a necessidade de se garantir a ordem pública”.

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