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Um morre e 9 ficam feridos durante ataque a delegacia no Amazonas

Eles queriam linchar suspeita de homiicídio

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Um morre e 9 ficam feridos durante ataque a delegacia no Amazonas
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Manaus - A tentativa de invasão a uma delegacia terminou com um morto e pelo menos nove feridos na tarde dessa quarta-feira (22), no município de Caapiranga, no interior do Amazonas.

Segundo a polícia, armados com espingardas, pedaços de madeira e pedras, populares cercaram a unidade para tentar linchar Osiane Mendes Lopes, conhecida como “Pingo” e Reginaldo Pereira dos Santos Júnior, suspeitos de matar Cosmo Dantas Mendes  e ocultar o corpo dele.

Conforme informações da polícia, ao saber da notícia de que a mulher seria transferida para Manacapuru, um grupo se reuniu e tentou atacar a delegacia para tirá-la de lá. Eles atiraram contra os policiais, que revidaram e um grande tumulto começou.

No meio da confusão, o delegado Sinval Souza, levou um tiro de raspão na cabeça e 10 pessoas ficaram feridas, uma delas, Carlos Paulo Lima Pereira não resistiu e morreu. Um outro homem foi trazido para Manaus com um ferimento grave no crânio e está internado no Hospital João Lúcio. Uma parte vítimas foi transferida para o hospital de Manacapuru e outra recebeu atendimento no próprio município e foi liberada em seguida.

Duas viaturas, uma da PM e outra da PC foram totalmente destruídas durante o ataque. O policiamento em Caapiranga foi reforçado e os envolvidos serão investigados.

 

Entenda o caso

Segundo a Polícia Civil, Cosmo Dantas desapareceu misteriosamente na última segunda-feira (20) no município.  Ele, Osiane e Reginaldo tem envolvimento com tráfico de drogas e várias passagens pela polícia.

O trio é pertencia ao mesmo grupo criminoso, mas um desentendimento entre Cosmo e Osiane fizeram com que eles rompessem. Após o desaparecimento do rapaz, a mulher e Reginaldo foram presos suspeitos de executar o rival.

Em depoimento, a acusada confessou que Cosmo estava morto e que participou diretamente do crime. Ela ainda contou que a vítima está enterrada, mas se recusou a revelar a localização do corpo.

O caso teve grande repercussão na cidade, a polícia decidiu transferir “Pingo”, para a delegacia de Manacapuru por questões de segurança, mas a informação vazou e deu início aos ataques.

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