Ele disse ainda que há possibilidade da caracterização de um crime e aplicação de normas penais. Ainda na segunda-feira, dia 1º, o Ministério Público Federal (MPF) intimou o Google e a Meta para que expliquem campanhas contrárias à aprovação do PL das Fake News.
O ministro reforçou que é preciso "acabar esse faroeste digital" que, segundo ele, "mata crianças e adolescentes". "Não é possível que haja esta fraude em que interesses financeiros se disfarçam de defesa de princípios morais", destacou em relação à defesa que as plataformas dizem fazer da liberdade de expressão".
"Nós somos defensores da família, nós somos defensores da cidadania, nós somos defensores da liberdade de expressão e não aceitamos censura", enfatizou Dino.
