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Hospital suspende alimentação oral de Bolsonaro após 'distensão abdominal'

Hospital suspende alimentação oral de Bolsonaro após 'distensão abdominal'
Hospital suspende alimentação oral de Bolsonaro após 'distensão abdominal'

SÃO PAULO - O candidato à Presidência Jair Bolsonaro, do PSL, teve a alimentação oral suspensa, segundo boletim médico do Hospital Israelita Albert Einstein divulgado na manhã desta quarta-feira. Na terça-feira, os médicos iniciaram uma dieta leve, a que Bolsonaro teve boa tolerância, sem apresentar náuseas ou vômitos. Da noite de terça para quarta, no entanto, surgiu uma distensão abdominal. A alimentação endovenosa permanecerá exclusiva até a próxima avaliação.

Sem indicar previsão de alta, a equipe médica informou ainda que Bolsonaro permanece estável, sem febre ou outros sinais de infecção. Na última terça-feira, ele deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para a unidade de cuidados semiintensivos.

Com a melhora de Bolsonaro, a expectativa é que nos próximos dias ele comece a gravar vídeos de dentro do hospital para manter ativa sua campanha nas redes sociais.

A facada sofrida por Bolsonaro, durante ato de campanha em Juiz de Fora na última quinta-feira, atingiu a artéria mesentérica, que leva sangue da cavidade abdominal para o intestino, provocando diversas lesões na região. O quadro de evolução intestinal é parcial. O candidato segue com uma bolsa de colostomia e levará mais algumas semanas para se recuperar totalmente.

Os relatórios médicos de Bolsonaro só são publicados após aprovação da família. Desde a última sexta-feira, eles são assinados pela equipe médica responsável pelo candidato (o cirurgião Antônio Luiz Macedo e o cardiologista Leandro Santini Echenique) e Miguel Cendoroglo, diretor superintendente do hospital.

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