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Anticoncepcional, tabagismo e hormônios: os principais riscos de AVC em jovens

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Anticoncepcional, tabagismo e hormônios: os principais riscos de AVC em jovens
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Uma das principais causas de morte entre os brasileiros, o AVC pode ser evitado em até 80% dos casos. Entre janeiro e outubro de 2025, mais de 64 mil pessoas morreram vítimas da doença, o equivalente a uma vida perdida a cada seis minutos. Especialistas reforçam que controlar a pressão arterial, manter alimentação saudável, praticar exercícios e evitar o cigarro são medidas simples que reduzem drasticamente o risco.

Existem dois tipos principais de AVC: o isquêmico, causado pelo bloqueio de artérias cerebrais, e o hemorrágico, decorrente da ruptura de vasos sanguíneos. Os sinais surgem de forma súbita: fraqueza em um lado do corpo, sorriso torto, dificuldade para falar, perda de visão e dor de cabeça intensa. O teste rápido “SAMU” — Sorriso, Abraço, Música, Urgente — ajuda a identificar os sintomas e acionar o socorro: quanto mais rápido o atendimento, maior a chance de sobrevivência e recuperação.

O AVC tem atingido cada vez mais jovens devido a sedentarismo, obesidade, tabagismo, má alimentação e estresse, mas também há fatores de risco específicos para homens e mulheres. Nas mulheres, a combinação de tabagismo e anticoncepcional hormonal multiplica o risco de AVC e trombose; nos homens, o uso de anabolizantes e testosterona em academias aumenta a probabilidade de bloqueios e tromboses graves. Doenças cardíacas silenciosas, enxaqueca com aura e alterações hormonais também contribuem para o aumento de casos antes dos 45 anos.

Quando o AVC acontece, o tratamento imediato é crucial — trombolíticos ou trombectomia mecânica podem salvar vidas e reduzir sequelas. A reabilitação multidisciplinar, incluindo fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, potencializa a recuperação. Ainda assim, os especialistas enfatizam que prevenir é sempre mais eficaz que tratar, reforçando a importância de hábitos saudáveis e acompanhamento médico regular. Cada minuto conta — e cada escolha de estilo de vida pode fazer a diferença.

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