Um adolescente de 16 anos acabou morrendo eletrocutado ao atender o celular enquanto o aparelho estava sendo carregado em um computador de uma escola, no interior do Ceará.
Especialistas garantem que curtos-circuitos, possíveis incêndios ou explosões são episódios raros se tratando de carregadores.
Vale lembrar que o perigo não está em carregadores originais, que são homologados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). O maior perigo está em dispositivos piratas, mais baratos, que podem fornecer mais energia do que o necessário para carregar a bateria do smartphone.
É recomendado ao máximo usar o celular enquanto o aparelho está sendo carregado.
As causas da morte ainda estão sendo investigadas.

