SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Durante entrevista coletiva, nesta quarta-feira (17), a procuradora-geral do estado adjunta, Claudia Polto, disse que a empresa chinesa que atrasou a entrega dos ventiladores em São Paulo está sob investigação e pode ser punida caso seja provado que teve alguma responsabilidade no atraso da entrega dos ventiladores. Nesta terça-feira (16), o governo divulgou um cancelamento na compra de 1.280 respiradores chineses, já que os equipamentos deveriam ter sido entregues nesta segunda (15). Do total, apenas 433 máquinas (34%) desembarcaram no Brasil. O governo paulista pagou antecipadamente R$ 242 milhões e calcula que o valor a ser devolvido pode chegar a quase R$ 180 milhões. O imbróglio dos respiradores de Doria teve início em abril, quando o governo paulista adquiriu 3.000 respiradores chineses por intermédio de uma empresa de brasileiros sediada nos EUA, a Hichens Harrison, que se comprometeu a entregar 500 equipamentos ainda no final de abril e o restante em maio.



