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Comunidade escolar desenvolve projeto para preservar praias do município

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Comunidade escolar desenvolve projeto para preservar praias do município
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Em Maués a escola estadual Donga Michiles tem levado seus estudantes à preservação ambiental e a apresentarem soluções práticas para uma maior conservação das riquezas naturais do município. Com o projeto “Bioma Ponta da Maresia” os jovens estão monitorando a qualidade ambiental da principal praia da cidade.
 
As atividades do projeto são desenvolvidas desde 2013 quando o professor de Geografia da unidade de ensino, Paulo Alegria, decidiu agir para evitar a degradação do balneário. “Aqui, em época de festa, esta é uma das áreas mais afetadas, não só pela poluição visível, mas pela degradação do solo”, disse o professor, que é o coordenador do projeto.
 
Entre as atividades desenvolvidas com os estudantes, estão as avaliações das condições ambientais dos componentes bióticos e abióticos da praia; monitoramentos do funcionamento e a evolução dos ecossistemas naturais e alterados; acompanhamento da evolução das características de uso e ocupação do solo e trabalhos para paralisar atividades industriais poluentes que atinjam a área.
 
Mobilizando alunos do ensino médio, o projeto escolar envolve não somente a disciplina de Geografia, mas outras, como Biologia, Química, História e Matemática. “A ideia é buscar uma conexão entre vários saberes em um trabalho interdisciplinar”, explicou professor Paulo Alegria.
 
Para ele, além dos conhecimentos gerados e da inserção dos alunos em trabalhos de campo o projeto “Bioma Ponta da Maresia” suscita nos jovens uma mudança de comportamento com relação a questões ambientais. “O projeto está gerando bons resultados. Por meio dele é possível fazer com que os alunos façam parte de uma geração mais preocupada e sensibilizada com a preservação e conservação do meio onde vivem. Além disso, os alunos se tornam multiplicadores, dividindo o que aprendem com os pais e os colegas de outras escolas”, citou o professor.
 
Para impulsionar o projeto e melhorar sua estrutura de funcionamento o professor o inscreveu no Programa Ciência na Escola, por meio do qual a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas em parceria com a Seduc, financia ações de iniciação científica realizadas no âmbito escolar.  
 
 

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