O Conselho Regional de Medicina suspendeu os médicos envolvidos no procedimento que resultou na morte a advogada Aylla Botelho Almeida , em 11 de agosto de 2006, no pronto-socorro da Unimed.
Ageu Silva e Mauro Lima (foto) pegaram 30 dias de suspensão, mas a pena não satisfez a família da advogada, que queria a cassação do registro com a proibição do exercício da medicina.
O pai de Ayla, Aly Almeida ( foto com a família quando chegava ao CRM ), disse que irá ao Conselho Federal de Medicina, onde tentará reverter a decisão do Conselho Regional. “Temos de mostrar a sociedade a atitude desse Conselho, que aceitou até que houve negligência dos médicos, mas na hora de puni-los deu uma suspensão de trinta dias. Tenho a certeza de que em Brasília, esses médicos terão os registrados cassados”, desabafou.
Aly Almeida disse que confia no Conselho Federal de Medicina, por ter sido graças a eles que hoje os médicos envolvidos na morte de Aylla foram a julgamentos no CRM.
“Nem a minha denúncia esse Conselho quis aceitar. Tive de ir a Brasília que eles fossem obrigados a julgar os médicos. Quando procurei o Conselho, depois da morte da minha filha, eles tiveram a coragem de me dizer que o órgão não era para punir médicos, mas para lutar por eles”, desabafou isparou o pai da vítima, afirmando ter a certeza que em Brasília as coisa serão bem diferentes.



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