Manaus/AM - Do início do julgamento de “João Branco”, Messias Sodré, Diego Bruno de Souza e Marcos Miranda da Silva, até o primeiro intervalo, seis testemunhas foram ouvidas pela Justiça nesta sexta-feira (13), no no Fórum Henoch Reis, em Manaus. Os réus estão sendo julgados pelos crimes de associação criminosa e homicídio doloso, por motivo torpe, meio cruel e por impossibilidade de defesa da vítima.
Das 15 testemunhas arroladas pela acusação e defesa, apenas 12 compareceram e a previsão é que o julgamento se estenda pelo fim de semana. A participação dos réus é presencial, com exceção do João Pinto Carioca, que será interrogado por meio de videoconferência, pois encontra-se no presídio federal de Catanduvas, interior do Paraná. Durante a manhã, a última testemunha a ser interrogada foi o delegado Paulo Roberto Martins, que narrou com detalhes os fatos contidos na investigação policial, desde o planejamento do crime, a execução, a ocultação de provas, a fuga dos réus, as prisões e os depoimentos prestados à polícia.
Pela parte da tarde estava previsto o interrogatório de mais seis testemunhas. De acordo com os autos do processo, João Branco teria planejado o crime de dentro do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). Os quatro réus, além de mais dois participantes que foram posteriormente assassinados, teriam utilizado um veículo branco para efetuar o crime, que depois foi incendiado na tentativa de ocultar a prova.
