SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Aos olhos de Marcelo Tas, 60, a gestão da atriz Regina Duarte, 72, à frente da Secretaria da Cultura é uma solução para o atual cenário político. O jornalista e apresentador do programa de entrevistas Provocações (TV Cultura) diz acreditar que a escolha da artista para o cargo possa trazer novos ares para o governo.
"Na situação que nós temos no Brasil, de agressividade em relação aos artistas, eu vejo a Regina Duarte com bons olhos. Pelo menos é uma pessoa que é de dentro da classe. Diante de um governo que conseguiu pôr uma parte da população contra a cultura, eu a vejo como uma solução, uma saída", diz Tas, por telefone, à reportagem.
No dia 29 de janeiro, Regina Duarte disse sim ao convite feito pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o cargo na pasta da Cultura, o que gerou repercussão e declarações polêmicas, como as de José de Abreu. Nas redes sociais, o ator da Globo fez críticas ácidas à atriz e chegou a dizer que Duarte compactua com "ideais nazistas e corruptos."
Tas pontua o comportamento do ator como ofensivo e agressivo. "Ela [Regina Duarte] já experimentou na pele o que é ser agredida, aliás, ela está sendo agredida covardemente por este cidadão lamentável que é o Zé de Abreu, de forma machista e escrota mesmo."
Conhecido pelo programa Rá-Tim-Bum, que completou 30 anos de sua estreia nesta semana, Marcelo Tas também diz que as atitudes do ator são controvérsias. "Um cara que quer ser contra o governo que está aí, mas age da mesma maneira. Lamentável. Qualquer pessoa deve respeitar Regina, sendo de qualquer tipo de ideologia."
Apesar de se dizer não partidário, o jornalista afirma que o confronto entre Zé de Abreu e Regina Duarte não é uma discussão de contra e a favor. "A questão não é tão simples assim. Eu vejo com bons olhos uma figura como a Regina, que vem de dentro da cultura popular, da televisão. Uma pessoa que é respeitada pelo país por sua arte, e não pelo que ela pensa."
Esperançoso com a gestão da atriz, Marcelo Tas espera que, com ela, setores fundamentais para a economia criativa do país, como a cultura e a educação, recebam investimentos. "Ela está aí para fazer essa ponte, uma ponte que precisa ser construída especialmente agora."
"Na situação que nós temos no Brasil, de agressividade em relação aos artistas, eu vejo a Regina Duarte com bons olhos. Pelo menos é uma pessoa que é de dentro da classe. Diante de um governo que conseguiu pôr uma parte da população contra a cultura, eu a vejo como uma solução, uma saída", diz Tas, por telefone, à reportagem.
No dia 29 de janeiro, Regina Duarte disse sim ao convite feito pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o cargo na pasta da Cultura, o que gerou repercussão e declarações polêmicas, como as de José de Abreu. Nas redes sociais, o ator da Globo fez críticas ácidas à atriz e chegou a dizer que Duarte compactua com "ideais nazistas e corruptos."
Tas pontua o comportamento do ator como ofensivo e agressivo. "Ela [Regina Duarte] já experimentou na pele o que é ser agredida, aliás, ela está sendo agredida covardemente por este cidadão lamentável que é o Zé de Abreu, de forma machista e escrota mesmo."
Conhecido pelo programa Rá-Tim-Bum, que completou 30 anos de sua estreia nesta semana, Marcelo Tas também diz que as atitudes do ator são controvérsias. "Um cara que quer ser contra o governo que está aí, mas age da mesma maneira. Lamentável. Qualquer pessoa deve respeitar Regina, sendo de qualquer tipo de ideologia."
Apesar de se dizer não partidário, o jornalista afirma que o confronto entre Zé de Abreu e Regina Duarte não é uma discussão de contra e a favor. "A questão não é tão simples assim. Eu vejo com bons olhos uma figura como a Regina, que vem de dentro da cultura popular, da televisão. Uma pessoa que é respeitada pelo país por sua arte, e não pelo que ela pensa."
Esperançoso com a gestão da atriz, Marcelo Tas espera que, com ela, setores fundamentais para a economia criativa do país, como a cultura e a educação, recebam investimentos. "Ela está aí para fazer essa ponte, uma ponte que precisa ser construída especialmente agora."
