Depois de ver o papa passar na sua frente duas vezes nessa última semana - e beijar um monte de bebês nesse trajeto -, Luciana resolveu arriscar. Pediu que sua sobrinha levasse Emili a frente da multidão. Ela conseguiu abrir caminho entre um grupo de argentinos e entregou o bebê a uma voluntária. "Não acredito que deu certo. Ela levantou minha filha e o papa parou e deu um beijo na testinha dela", contou.
A família de Luciana é católica e frequenta uma capela que celebra missa em espanhol na mesma favela em que vive, para a comunidade andina que vive ali. "É emoção demais", afirmou. (Rodrigo Burgarelli, enviado especial)
