BRASÍLIA - O presidente nacional do e líder do governo no Senado, (RR), , , na presidência do . Para Jucá, Alckmin terá uma função importante na articulação de um bloco de centro nas eleições de 2018, “mas terá que dizer a que veio”. O senador ressaltou ainda que um afastamento do governo poderia significar uma espécie de suicídio para o PSDB.
Um dos pontos importantes seria o apoio para aprovação da reforma da Previdência. Jucá afirmou que, em reunião ocorrida na semana passada no Planalto, Alckmin reafirmou sua defesa para a aprovação da Previdência. Jucá ressaltou, contudo, que atos valem mais do que as palavras. Sobre a pressão do grupo que apoiou a candidatura do senador Tasso Jereissatti (PSDB-CE) para que o governador assuma a defesa do desembarque do governo, Jucá disse preferir esperar, mas diz que o PSDB tem muito a colaborar.
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— Prefiro acreditar que o PSDB vai somar forças para ajudar a gente a concluir essa transição. Alckmin tem que conversar com os outros partidos e dizer a que veio — disse Jucá, que repetiu — Os homens são suas palavras e seus atos. Os atos valem mais do que as palavras.
O senador, que já avisou que se o PSDB não quiser defender o legado do governo Michel Temer, o PMDB terá um candidato para fazê-lo, insinuou que se o candidato tucano se render a pressão dos chamados “cabeças pretas”, para se afastar do governo temer, pode estar cometendo suicídio em sua candidatura.
— Os cabeças pretas querem que Alckmin tome o ponche do Jim Jones — disse Jucá, referindo-se ao pastor que convenceu mais de 900 pessoas a se matarem em 1979 na Guiana.

