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Polícia investiga ligação de mulher acusada de racismo com criminosos: "Casada com milícia"

Polícia investiga ligação de mulher acusada de racismo com criminosos: "Casada com milícia"
Polícia investiga ligação de mulher acusada de racismo com criminosos: "Casada com milícia"

Amanda Queiroz Ornela, acusada de racismo contra um cliente dentro de uma loja do McDonald’s no Rio de Janeiro, vai ter que se explicar à polícia sobre a declaração de que é casada com um miliciano.

A mulher, que se apresentou como médica psiquiatra, também terá que apresentar o registro profissional para não responder por falsidade ideológica.

Segundo a Polícia Civil, durante a gravação em que aparece dizendo que “odeia preto”, e que “racismo não dá cadeia no Brasil”, a mulher debocha das pessoas que tentaram defender a vítima e diz ser “Casada com mílícia”.

Além disso, tanto no fast food quanto na delegacia, Amanda garantiu que é médica: “Médica psiquiatra, porque para ser psiquiatra tem que ser médica, filho, 8 anos”.

Contudo, nenhum registro profissional dela foi encontrado junto ao Conselho de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj).

Caso ela não comprove a veracidade da informação, além de injúria racial, ela responderá por falsidade ideológica.

E se a polícia encontrar ligação dela com milicianos a situação de Amanda fica ainda mais complicada.

 

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