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Temer pede aos novos ministros que deem continuidade no trabalho

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BRASÍLIA - Na primeira reunião com sua nova equipe ministerial, o presidente advertiu os novos ministros que o governo trabalharia com a continuidade e que não seria "razoável nem admissível" modificar o que estava sendo feito. Temer se reúne na manhã desta quinta-feira no Palácio do com os ministros e presidentes do Banco Central, do Banco do Brasil, da Caixa e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

— É o trabalho da continuidade, ou seja, que nós possamos prosseguir com os mesmos programas e as mesmas vitórias que nós temos tido nesses quase dois anos de governo. Eu ressalto muito a palavra continuidade porque às vezes um ministro pode chegar e entender que possa modificar, seja a estrutura ou seja os programas do ministério, e isso, neste momento, devo alertar, não é razoável nem admissível. Portanto, o que os senhores vão fazer é dar continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido - afirmou o presidente na abertura da reunião.

Em um discurso que durou 40 minutos, o presidente pediu que os ministros que reproduzissem o que estava sendo realizado pelo governo e listou itens considerados por ele como conquistas na área econômica. Temer citou a queda na inflação e a consequente redução dos juros e enfatizou a importância da aprovação do teto dos gastos públicos. O presidente garantiu que a equipe econômica trabalha para se manter dentro do teto neste e nos próximos anos. Além disso, afirmou que já existem indícios de uma retomada do mercado de trabalho.

— Esta reunião é para de saudá-los e também é uma reunião de incentivo para que nós prossigamos na tarefa que nós estamos desempenhando ao longo do tempo. E quero fazer um breve relato porque é bom recordar para que os senhores tenham a possibilidade de reproduzir aos seus setores e à imprensa tudo aquilo que foi feito, porque as coisas vão sendo realizadas mas vão sendo esquecidas ao longo do tempo — disse.

Sob o lema de manter a “continuidade” dos trabalhos, Temer defendeu que os ministros sigam o trabalho sem se incomodar com críticas:

— Não vamos nos incomodar com críticas. Enquanto protestam, a caravana do governo vai trabalhar - concluiu Temer.

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