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Marcelaine confirma crime contra rival, mas nega intenção de matar

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Marcelaine confirma crime contra rival, mas nega intenção de matar
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Marcelaine Schumann, ao ser ouvida no júri, confirmou ter arquitetado o crime, mas declarou "não ter tido a intenção de matar" a rival e acabou pedindo perdão a ela. Também alegou ter sido perseguida por Denise com ligações e mensagens irônicas dizendo-se ser “a bola da vez” para Marcos, o que a deixou irritada e nervosa.

O pivô do crime foi o empresário Marcos Souto que, ainda que sendo casado, mantinha relacionamentos amorosos com Marcelaine e Denise. Ao saber do romance com Denise, Marcelaine quis se livrar da concorrente e tratou de mandar executá-la.

A ré confessou que conversava com Charles McDonald em uma rede social e esse contato evoluiu para ele chegar até a Denise e fazê-la parar de perturbá-la. "O Charles estava precisando de ajuda financeira. E, pela nossa proximidade, eu 'me consternei' com a situação dele. Fui visitá-lo no hospital e dei um dinheiro para ele".

Marcelaine disse que Denise chegou a ir até a academia que ela frequentava para provocá-la, mas assegurou jamais ter o objetivo de matar a rival. “Eu queria que ela (Denise) me deixasse em paz".

Sobre Marcos, ela reconheceu ter um lado amigo e parceiro, comportamento que ela precisava naqueles momentos vivenciados com o marido. “Foi uma frustração muito grande quando eu descobri que o Marcos não era quem eu esperava", contou ela, admitindo que a revolta a levou a tomar as atitudes que tomou.

Em seguida, confessando-se muito arrependida de ter tomado a decisão de tentar machucar a Denise, Marcelaine desabafou: “Nada vale a pena para estar passando o que estou passando hoje", afirmou ela, negando, entretanto, a intenção de tirar a vida da Denise, embora “estivesse passando por um momento muito ruim de instabilidade emocional”.

O empresário Marcos Souto, pivô de toda a história, que em depoimento Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), no dia 17 de novembro de 2014, admitiu ser amante das duas, em julgamento voltou atrás e negou qualquer tipo de envolvimento com as mulheres dizendo amar a esposa dele.

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