Queremos garantir a renegociação das dívidas para que o desconto seja o maior possível. Para isso, preciso do apoio das empresas que negativam o CPF dos consumidores, estamos convencendo eles a aderirem ao programa", afirmou, em entrevista à BandNews .
Segundo o ministro, o desenvolvimento da plataforma dependeria mais dessas empresas do que do próprio governo. "A medida provisória está ponta e o dinheiro está reservado. Eu preciso do software e do convênio. Estou lutando para colocar no ar no primeiro semestre, estou forçando isso", completou.
