Segundo a entidade, os servidores da carreira de Finanças e Controle defendem a recomposição salarial, sem detalhar o porcentual pretendido.
O movimento ocorre após a decisão dos servidores do Banco Central (BC), que decidiram iniciar uma greve por tempo indeterminado a partir de 1º de abril. A categoria cobra do governo um reajuste salarial de 26,3% e a reestruturação das carreiras.
