"Venho fazendo bom trabalho e tenho que manter isso. Não adianta ficar só nos números. Tenho que fazer o meu melhor para quase que carimbar o passaporte para a Copa", disse Jô, que já disputou 11 partidas pela seleção brasileira e marcou cinco gols.
Para isso, Jô sabe que precisa jogar em alto nível nesses amistosos, mesmo que ele tenha avaliado os adversários como mais fracos do que os enfrentados em outros amistosos da seleção brasileira.
"É bom manter esse nível que o Felipão pede. São duas seleções, em comparação com as que enfrentamos anteriormente, com um nível um pouco inferior. Mas temos que respeitar e fazer grandes jogos para ficarmos mais tranquilos", afirmou, em entrevista à TV Globo.
Jô foi um dos primeiros jogadores a se apresentar a Felipão em Miami, assim como o goleiro Victor, seu companheiro no Atlético Mineiro. Ambos interrompem a preparação para o Mundial Clubes e agora se concentram nos trabalhos na seleção.
Ainda em busca do seu espaço na seleção, Victor sabe que os compromissos com Honduras e Chile podem ser fundamentais para se manter na equipe. "Tenho que pensar em um passo de cada vez. Agora é a seleção", comentou, em entrevista à TV Globo.

