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Michelle Obama ataca governo Trump por merenda escolar

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WASHINGTON - A ex-primeira-dama dos EUA Michelle Obama atacou nesta sexta-feira o novo governo do presidente Donald Trump por adiar a entrada vem vigor de regulamentações federais com o objetivo de tornar a merenda escolar no país mais saudável, afirmando que assim as crianças vão acabar “comendo porcaria”.

Participando de uma conferência de saúde na capital Washington, Michelle disse que refeições mais nutritivas nas escolas são necessárias porque milhões de crianças comem o café da manhã e o almoço subsidiados pelo governo nas escolas. Sem mencionar diretamente Trump, a ex-primeira-dama urgiu os pais a refletirem sobre a recente decisão do governo e “observar seus motivos”.

- Temos que parar e pensar: “porque você (Trump) não quer que nossas crianças tenha comida boa na escola? O que há de errado com você e porque esta questão partidária? Porque isso tem que ser um assunto político? - afirmou Michelle. - Mães, pensem sobre isso. Não interessa em que estado você vive, tire-me da equação, goste de mim, não goste de mim, mas pense porque alguém acha que está tudo bem se seus filhos comem porcaria.

Durante a conversa de cerca de uma hora liderada por Sam Kass, chef pessoal dos Obama durante sua estadia na Casa Branca e diretor da iniciativa contra a obesidade infantil promovida pela ex-primeira-dama, Michelle também falou brevemente sobre seus planos para o futuro, dizendo que ela e o marido Barack Obama vão passar o ano avaliando o que fazer a partir de agora.

Em um de seus primeiros grandes atos desde que tomou posse, o novo secretário de Agricultura dos EUA, Sonny Perdue, anunciou no último dia 1ª de maio que seu departamento adiaria a entrada em vigor de regulamentações pedindo a redução da quantidade de sódio na merenda. Purdue disse também que planeja continuar a emitir dispensas de uma regulamentação que requer a inclusãp de mais cereais integrais nas refeições. As escolas também estão sendo permitidas servir leite saborizado com 1% de gordura no lugar da variedade desmatada requerida.

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