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Criança estuprada por primo sofreu aborto após ser agredida a socos por ele

Criança estuprada por primo sofreu aborto após ser agredida a socos por ele
Criança estuprada por primo sofreu aborto após ser agredida a socos por ele

Manaus/AM - A menina de 11 anos que ficou grávida após ter sido estuprada pelo próprio primo, de 28 anos, perdeu o bebê depois de ter sido agredida a socos pelo homem.

Conforme a delegada Joyce Coelho, a menina mora com a avó paterna desde os 2 anos, quando o pai faleceu. Na ocasião, a mãe já estava separada do homem e a guarda acabou ficando com a idosa que a criou como filha.

O primo não mora na mesma casa, mas costumava frequentar a residência e se aproveitando disso, passou a abusar da vítima desde que ela tinha 6 anos.

A garota contou que a princípio, o homem tocava nas partes íntimas dela, mas quando ela estava com 10 anos, ele consumou o ato sexual e passou a repetir o estupro.

 “Esse primo que tem 28 anos não mora no mesmo ambiente, mas mora em uma rua próxima e sempre tinha acesso à residência. Ela relata que esses abusos começaram muito cedo, aos seis anos ela já era abusada com toques libidinosos por esse autor, sempre se forma sorrateira, sempre que ele ficava sozinho com ela. Aos 10 anos, consumado os atos e agora aos 11 anos, ela se viu grávida”, diz Joyce.

Durante a gestação, a criança passou a enjoar constantemente e chegou a passar mal na escola. Foi quando revelou para uma colega que estava grávida do primo.

Posteriormente, ela contou ao primo, que se irritou com a notícia, e acabou a agredindo com um soco na barriga.

“Ela chegou a contar para o primo que estava grávida e aí ele a agrediu com um soco no estômago, que provocou um sangramento”.

A criança contou que após a pancada, ela perdeu o bebê. A menina está passando por exames para confirmar se o feto morreu, mas os exames de conjunção carnal e outros realizados pela polícia já confirmaram os estupros que ela sofria.

Após o episódio, a polícia tomou conhecimento do caso por meio de uma denúncia anônima. O homem foi preso preventivamente nessa terça-feira (26), mas nega tudo, mesmo assim, ele foi indiciado.

Durante depoimento, a menina também relatou que ainda tentou contar sobre o abusador em casa, mas a família não acreditou.

Apesar disso, a menina pediu para continuar morando com a avó, mas será acompanhada pelo Conselho Tutelar.

“Foi um pedido dela, ela já estava muito traumatizada. Mas nós também enviamos um pedido ao Conselho Tutelar para que a acompanhe para que a gente saiba se realmente há condições de ela ficar com a avó, a quem ela considera uma mãe”, explica a delegada.

Caso a polícia constante que ela corre perigo ou que a família não a acolheu como deveria, a mãe da criança, que mora atualmente em Maués, pode ser acionada para assumir a tutela da filha.

 

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