Cartões de crédito, conta bancária, e-mail, computadores, telefones, tablets e outros serviços e utensílios do dia a dia fazem com que as pessoas acumulem senhas para poder obter serviços de forma segura, mas a empresa canadense Bionym quer acabar com as senhas e mudar os parâmetros usados em biometria voltados para segurança digital, como leitura da íris, reconhecimento facial e impressão digital.
Em fase final de desenvolvimento, a Nymi, uma pulseira que faz eletrocardiograma (ECG) e transmite os padrões via bluetooth como chave de segurança, deve ser lançada até o fim de 2014 e, dependendo dos acertos com bancos e desenvolvedores de software, tem potencial para acabar ou reduzir o uso de senhas como hoje é feito, conforme informações do site Mobile Time.
Depois de colocar a pulseira, seu portador deve tocar um sensor externo para que seja feita a leitura de seus padrões cardíacos que passam a ser transmitidos para equipamentos próximos e autenticam o uso por seu portador.
Ao preço de US$ 79, mais US$ 10 em caso de venda a outros países que não o Canadá, a Nymi tem como demanda principal o desbloqueio de smartphones, tablets, computadores de mesa e laptops dos sistemas operacionais Android, iOS, Mac OS e Windows.

