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Glicação e envelhecimento]>

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- <![O envelhecimento é definido como a acumulação progressiva de danos durante o tempo, levando a distúrbios na função celular, tecidos e órgãos que eventualmente podem provocar doenças e a morte. A pele é o maior órgão da pele e é a primeira barreira contra agentes químicos e físicos. O envelhecimento desse órgão é caracterizado por distúrbios na permeabilidade, angiogênese, produção lipídica e de suor, função imune, síntese de vitamina D, cicatrização, entre outros. Recentemente vem sendo estudado o papel da glicação e seus produtos na contribuição para esse envelhecimento. Glicação é uma reação não enzimática entre açúcares reduzidos, como a glicose, as proteínas, as gorduras ou ácidos nucléicos. O estresse oxidativos acelera esse processo. A primeira glicação a ser descoberta foi a hemoglobina glicada na diabetes. Fatores ambientais como a dieta e o cigarro influenciam no aparecimento dessa reação. Essa reação estimula a produção de citocinas inflamatórias como o NFK-beta causando a inflamação. O aparecimento da glicação do colágeno é observada a partir dos 20 anos de idade. É acumulada em torno de 3,7% até os 30 anos e chega a 30-50% aos 80 anos. Além do colágeno outras proteínas que podem sofrer a glicação são a elastina e a fibronectina. A alimentação ajuda na redução da glicação, por exemplo a vitamina B6 que inibe a glicação do colágeno. Alimentos antioxidantes ou com propriedades quelantes de metais também ajudam. Alguns exemplos são a vitamina C, a vitamina A, vitamina E, B2, B3, selênio, zinco, manganês, ácido lipóico, chá verde, NAC e taurina. Algumas ervas também favorecem a anti-glicação como o gengibre, a canela, alho e açafrão. E por fim os flavonóides presentes principalmente nas frutas vermelhas. Referências: GKOGKOLOU, P. & BÖHM, M. Advanced glycation end products. Dermato-endocrinology, v.4, n.3, 2012. Por Joyce Rouvier

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