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Malefícios do cigarro para a estética]>

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- <![Estudos demonstram que o cigarro está diretamente ligado ao envelhecimento precoce da pele. A pele é a primeira barreira do organismo contra agentes físicos ou químicos. Evidências de alterações na pele por conta do cigarro datam de 40 anos atrás, já demonstrando um aumento de rugas e alteração na cor da pele. O cigarro afeta negativamente a pele de duas formas: pela fumaça e por seus compostos tóxicos. Os fibroblastos são fundamentais para a integridade da pele e a exposição ao cigarro afeta a abilidade da pele de se reparar por inibir o crescimento dos fibroblastos. Em um estudo publicado no Internal Journal of Biological Sciences desse ano foi demosntrado que o cigarro causa danos celulares incluindo perda de conexões intracelulares, intervalos entre as células, falcidez e núcleo disforme. Além de uma alteração no crescimento de mediadores inflamatórios. Por alterar a morfologia das mitocôndrias há um crescimento na formação de radicais livres o que aumenta a inflamação. Além do mais constataram que houve uma queda das enzimas antioxidantes SOD e GPX quando expostas ao cigarro diminuindo portanto as defesas antioxidantes contra os radicais livres em excesso contribuindo para a aparência envelhecida da pele. Por alterar o metabolismo de fibroblastos há uma piora na cicatrização. Outros estudos trabalham com a hipótese de que o fumo aumenta a elastose e com isso há o aumento de rugas. Os compostos químicos do cigarro diminuem o fluxo sanguíneo e a resposta imune, também diminuem os níveis de vitaminas C e E, os níveis de óxido nítrico e aumenta a peroxidação lipídica. Referências: NORMAN, R.A. & RAPPAPORT, M. smoking, obesity/nutrition, sun, and the skin. Preventive Dermatology, 2010. YANG, GAO-YUN et al. Effects of cigarette smoke extracts on the growth and senescence of skin fibroblasts in vitro. Int J Biol Sci, v.9, n.6, p.613-623, 2013. Por Joyce Rouvier

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