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O amor verdadeiro existe?

O amor verdadeiro existe?
O amor verdadeiro existe?

Se você ainda diz "eu te amo com todo o meu coração", é melhor parar. O mais correto seria dizer "eu te amo com todo o meu cérebro". Pois é, a "máquina" localizada em nossa cabeça é a responsável pela liberação de todos os hormônios causadores das sensações de bem-estar típicas do amor verdadeiro.

Como surge o amor verdadeiro?

Assegurando a perpetuação da espécie, homens e mulheres procuram parceiros para passar a vida. Quando o par é formado, o cérebro, ao identificar a oportunidade, libera substâncias como a dopamina e a norepinefrina. São elas que causam aquela sensação de “borboletas no estômago”, ou melhor, aquela “paixonite”.

Se o casal perdurar e passar pelas fases iniciais do romance, a oxitocina é liberada, garantindo a criação de vínculos amorosos. A oxitocina, assim como a vasopressina, é um hormônio que permite que, após o longo período de procura, a ligação seja fortalecida.

O amor é cego?

A frase, famosa por resumir os erros nas escolhas amorosas, faz sentido. Segundo cientistas, quando a paixão existe e tomou conta do indivíduo, o córtex pré-frontal aparenta estar desligado, já que o circuito de recompensa (área estimulada durante a paixão) está a todo vapor. Assim, a nossa capacidade crítica é diminuída e as decisões tomadas na maioria das vezes não são as mais certas.

Então, se você ainda não encontrou seu amor verdadeiro, continue procurando, ele está em algum lugar.

 

 

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