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Ex-presidente do Ipem - Amazonas pode responder a ação por improbidade

Auditoria externa, contábil e administrativa realizada pelo Tribunal de Contas da União  em maio de 2007 no Instituto de Pesos e Medidas do Amazonas  identificou ser verídica a denúncia de que a então presidente do Ipem, Ana Eunice Aleixo,  firmou contrato de cooperação técnica com a Fundaçao Bahia, de Salvador, dirigida por um irmão dela, no valor de R$ 1,02 milhão, sem respeitar o necessário processo licitatório.

Embora o relatório conclua que o contrato foi suspenso e que outras acusações que motivaram a auditoria - como a suposta utilização de gasolina do Ipem para uso pessoal, gasto execessivo com diárias e manutenção de servidores não concursados - não procediam ou foram justificadas - os auditores não teriam  assinado o documento.

Agora o Ministério Público Estadual está investigando as razões pelas quais uma cópia encaminhada à Promotoria de Justiça Especializada de Proteção ao Patrimônio Público não consta a assinatura dos auditores  José Autran Teles Macieira e Cláudio William da C. Barreto.

 Um pedido para fornecimento da documentação com a assinatura dos auditores foi encaminhada ao IPEM. Um açao Civil Pública por improbidade pode ser aberto contra Ana Aleixo e outros servidores do Instituto de Pesos e Medidas do Amazonas
 

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