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Política econômica e obras da Copa do Mundo sofrem crítica na Aleam

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O deputado Sidney Leite (PROS), nesta quarta-feira (14), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), destacou o momento econômico por que passa o país. “Situação que fica evidente devido a preocupação efetiva por parte do governo brasileiro em segurar tarifas com o firme objetivo de estabilizar a inflação”.

Para o deputado Sidney Leite, essa é uma “situação difícil” , que remete para um impacto significativo e negativo à economia, tendo em vista o que acontece hoje na Petrobras. “Ela, ao comprar combustíveis mais caro fora do país e vender a um preço mais barato causa um reflexo significativo na economia do país, não só para o empresariado, mas também para o trabalhador, porque o poder de ganho da classe trabalhadora cada vez mais diminui, no sentido de tentar, com essa manobra econômica, maquiar a real inflação que vive a população de nosso país”, avaliou o deputado.

Segundo Sidney, “manuseios” como esse, só dificultam a situação a exemplo da atual dificuldade energética que poderia ter sido resolvida com a desoneração da geração de energia.

Copa do Mundo

Manifestando-se sobre a questão em torno da realização da Copa do Mundo no Brasil, o deputado disse que é evidente que o país não está preparado para sediar um evento desse porte.  Segundo ele, o Brasil ainda precisa avançar em setores como segurança, saúde e educação.

“Como um país como o nosso gasta bilhões para a construção de arenas esportivas e deixa de investir em setores básicos. Com isso, verifica-se que ainda não se consegue dar passos mínimos na educação, seja na pré-escola, ensino fundamental ou superior, além de evitar momentos como o que se vivencia agora com movimentos  em busca de melhorias salariais e de trabalho”, observou Leite.

O parlamentar apontou, dentre as principais obras, a do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, que é inerente à Copa do Mundo, mas que precisava ser realizada em razão de ser o terceiro maior aeroporto do Brasil em movimento de carga. “Essa obra que foi orçada em R$ 400 milhões e que no final do ano de 2013 já estava com 70% dos trabalhos concluídos e seria entregue no mês de abril passado está com seu estacionamento em péssimas condições de uso”, lamentou.

Foto: Infraero

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