Pai é uma figura muito especial. Tão especial que ele paga pelos presentes que recebe dos filhos. Uma gravata colorida que nunca vai usar ou uma camisa de cor e tecido que ele detesta. Mas recebe sorrindo e até experimenta para satisfação dos filhos.
Pai é tão importante que mesmo não estando ao nosso lado toda uma vida, um dia a gente faz uma pergunta que a mãe tentou esconder: quem é meu pai natural? Onde ele está?
Pai muitas vezes faz o papel da mãe ausente, se tornando tutor, amigo, educador, conselheiro.
Essa mistura de maternidade e paternidade em um homem tem um nome: pamonha. E olhem: há muitos homens nessa condição. Você é um pamonha ? Se for, se orgulhe disso.
O dia dos pais ainda vai levar duas semanas, mas pai presente é todo dia…
Por isso, para não voltar a falar de politica e dos políticos, para não ser chamado de comunista ou bolsonarista - vejam a confusão - saio dessa odiosa rotina para me antecipar, parabenizando os pais de verdade, que se doam aos filhos e se entregam à missão de abrir caminhos para que tenham êxito e encontrem a felicidade.
Coluna do Holanda
Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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