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Sobre a coroa de Pelé e os guerreiros por trás de seus dribles

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Por Coluna do Holanda
29/12/2022 às 22h35 — em Coluna do Holanda
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É impossível dar o primeiro passo sozinho. Ou viver sozinho, ou atingir o sucesso sozinho. Até para nascer, precisamos de ajuda. Para respirar, uma palmada. A vida é assim. Sempre esquecemos dos que vieram atrás, abrindo os caminhos pelos quais trilhamos. A morte de Pelé nesta quinta-feira poderia ser a oportunidade para, além de reverenciá-lo, lembrar dos que estiveram com ele - os 10 de cada geração que compuseram o time maior do Brasil.

Pelé só foi o melhor do seu tempo porque havia 10 atrás dele, costurando lances magistrais. Pelé foi Rei porque houve quem oferecesse a ele o quadro para que pincelasse suas jogadas.

Ainda bem que, quando se fala do tricampeonato mundial, conquistado no México, aparecem espontaneamente no imaginário figuras como  Carlos Alberto, Brito e Everaldo, Clodoaldo e Gerson, Revelino, Jairzinho e Tostão. Todos jogadores excepcionais.

É verdade que Pelé deu vida ao drible e fez muitas redes encolherem, mas não seria o nome que foi sem  todo um grupo de jogadores atrás dele, enfiando a bola para o ataque, dando a oportunidade do drible  genial.

Foi o Rei de seu tempo. Pena que a coroa agora fique com um argentino...

 

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Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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