Na atualidade, essa planta é usada na horticultura e como biocombustível e já não salva mais vidas.
Mas durante a 1ª. Guerra Mundial, um musgo de nome Esfagno, foi usado como atadura para tratar feridas e substituir o algodão, que ficara escasso nos campos de batalha.
Médicos do exército inglês, o cirurgião Charles Walker Cathcart e o botânico Isaac Bayley Balfour, descobriram que algumas espécies de Esfagno seco podem absorver e reter até 20 vezes o equivalente a seu peso em água ou em sangue, sendo mais eficiente que o próprio algodão.
A planta seca foi usada para produzir ataduras durante a 1ª Guerra, nos anos de 1916 a 1918 e enviadas para os hospitais de campanha.
Na verdade, os médicos redescobrir algo que povos antigos já usavam para curar feridas de soldados há 1.000 anos.
A estrutura única do musgo de Esfagno permite que suas paredes porosas sejam capazes de absorver grandes quantidades de líquidos. Isso evitava que precisassem ser trocadas com tanta frequência, o que significava menos trabalho para a equipe médica e menos dor para os pacientes feridos.

