"Há uns meses, eu disse que o Campos tinha até dezembro para encostar no Aécio (Neves, presidente nacional do PSDB e senador de Minas Gerais) e até março ou abril para se colocar como alternativa forte para o segundo turno. Se estes cenários não vierem, e eles não estão vindo, a pressão por uma candidatura de Marina vai aumentar", analisa. No levantamento feito pela CNT e MDA, a presidente Dilma Rousseff tem 43,5% das intenções de voto. Aécio tem 19,3%, enquanto Campos tem 9,5%.
Teixeira afirmou acreditar ainda que a ex-senadora do PSB do Acre seria, dentre todos os possíveis candidatos postos no momento, a maior ameaça à Dilma. De acordo com ele, Marina seria capaz de atrair o voto dos descontentes com o desgaste do governo do PT e poderia também tentar trazer parte do eleitorado do presidente nacional do PSDB e senador de Minas Gerais, majoritariamente formado por antipetistas.
