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Como a atividade física melhora a força, hipertrofia muscular e imunidade]>

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- <![A AIDS ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida é o estágio final da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). A principal característica dessa doença é a imunossupressão que deixa o paciente mais suscetível à doenças oportunistas, que se não tratadas adequadamente pode levar à morte. A replicação viral está associada ao aumento do estresse oxidativo que pode favorecer a apoptose de células T (essenciais para imunidade) e aumentar fatores pró inflamatórios como o TNF alfa. Alguns estudos sugerem que o exercício físico proporciona adaptações capazes de melhorar os efeitos negativos do extresse oxidativo. Conforme a doença vai avançando os pacientes apresentam uma perda significativa de massa magra. Segundo o estudo de Brito el al deste ano o treinamento resistido (ex: musculação) por 24 semanas, aumentou significativamente a força e estimativa de hipertrofia muscular, além de redução de gordura corporal, perímetro da cintura e glicemia de jejum. Eles ressaltam que esse resultado só é possível em conjunto com uma nutrição adequada para que haja a síntese protéica. O exercício físico pode aumentar o estresse oxidativo se realizado de forma muito intensa. Entretanto, os pesquisadores sugerem a atividade física de leve a moderada aumenta também a capacidade antioxidante do organismo (CAT, GPx e SOD) trabalhando em conjunto com uma alimentação rica nesses nutrientes e com a terapia antiretroviral. Sugere-se que mais estudos sejam realizados para uma comprovação final desses benefícios. Para o tratamento adequado há a necessidade do acompanhamento médico, nutricional e de um educador físico. Referências: BRITO, C.J. et al. Impacto do treinamento resistido na força e hipertrofia muscular em HIV-soropositivos. Rev Educ Fism vol.19, n.2, 2013. DERESZ, L.F. et al. O estresse oxidativo e o exercício físico em indivíduos HIV positivo. Rev Bras Med Esporte, v.13, n.4, 2007. Por Joyce Rouvier

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