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Entrevista sobre homeopatia

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- Dr. Eduardo Goldenstein 1. O que é homeopatia? Basicamente a homeopatia é um método terapêutico baseado na aplicação de uma grande lei de ordem farmacológica chamada “lei dos semelhantes” ou ainda “princípio da similitude”. Isto significa que a mesma substância administrada em doses ponderais e até mesmo tóxicas para um homem são provocando-lhe uma série de distúrbios muito evidentes, quando ministrada em dose fraca, diluída, é capaz de fazer desaparecer esses mesmos distúrbios quando presentes numa pessoa doente. 2. Qual a diferença para a alopatia? A homeopatia nada tem em comum com a alopatia. São raciocínios e forma de fazer muito diferentes e cada uma delas tem sua forma de ver, sentir, compreender e tratar a doença e o doente. A alopatia concentra-se mais na doença propriamente dita, a homeopatia concentra-se mais no entendimento da forma como o individuo, de forma pessoal e intransferível “sente” e “vive” a doença. 3. É indicada para todas as patologias? Sim, a homeopatia pode ajudar no tratamento de toda e qualquer doença, das mais simples as mais complicadas, dentro dos limites estabelecidos pela própria natureza. Nisso se assemelha a alopatia, ambas conseguem ir até um certo ponto e não são capazes de ultrapassar a própria fragilidade decorrente de algumas doenças. Nenhuma das duas pode ser considerada detentora da cura de todos os males 4. Gestante e lactante também podem? Gestantes e crianças de qualquer idade podem ser tratados com homeopatia adequadamente e sem riscos. Qualquer tipo de paciente e doente também pode. 5. Florais e fitoterápicos também fazem parte dessa ciência? Não há qualquer relação entre homeopatia, medicina floral, medicina ayurvédica, medicina natural, etc. A homeopatia tem método específico de compreender e tratar a doença. 6. O tratamento é de curto, médio ou longo prazo? O tempo de tratamento depende da forma como a doença se instalou no corpo do doente e da forma como esse paciente vive essa doença. Pode ser curto ou longo, mas por mexer com a imunidade do paciente costuma ser definitivo. Por Joyce Rouvier

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